Hoquei Lisboa
Este blog não oficial pretende simplesmente acompanhar e apoiar a Selecção de Iniciados da Associação de Patinagem de Lisboa, na 36ª Edição do Inter-Regiões 2012, no Estoril. Os textos nele inserido traduzem a opinião de quem o escreve e não o vincula a nada nem a ninguém. Os espaços para comentários, terão de passar antecipadamente pelo gestor. Aceitam-se sugestões e apoios a fim de tornar este blog, um veículo de informação a todos os que não possam estar e queiram acompanhar mais directamente este evento.

Terça-feira, 17 de Abril de 2012

Luís Nascimento, Presidente da APL em balanço do Inter-Regiões 2012


LISBOA TER VENCIDO, É UM PRÉMIO PARA OS CLUBES

Foi um excelente inter-regiões, todos contribuíram que fosse um sucesso organizativo e desportivo. Todos os voluntários que trabalharam para o êxito do evento foram excepcionais, incansáveis e cumpriram todas as tarefas atribuídas com empenhamento e dedicação. No aspecto desportivo, a prova decorreu com grande Espírito Desportivo e houve um grande equilíbrio entre os intervenientes. Ficámos muito contentes que associado a tudo isto pelo facto de a selecção do distrito de Lisboa ter vencido, pois é um prémio para todos os clubes da nossa região.

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Os números do Inter-Regiões 2012

Num evento idealizado e concretizado pela a actual direção da APL, considerado o evento de hóquei juvenil com maior logística de sempre, OK Lisboa mostra-lhe os números, para quem se senta na bancada ou vê na internet ter uma noção real que chegou aos quatro cantos do mundo:

> Pessoas envolvidas, 100 atletas, cerca de 50 dirigentes de equipas, árbitros 8, AP Lisboa tv e Plurisports- 4 viaturas, 1 carro de exteriores, 6 operadores de câmara, 1 realizador, 1 técnico de som, 1 técnico VT, 1 epafismo grafista, 2 editores gráficos, 2 comentadores/reportagem, 8 jornalistas, 35 horas de emissão, 1 produtor, 2 logísticos, e 2600km percorridos, 15 monitores, 10 computadores, 4 estações gráficas, 600m de cabo e 8 microfones

> Oficiais de ligação 12, Equipa de segurança (cerca de 8 pessoas), secretariado 5 pessoas, Outros organização (cerca de 12 pessoas), 3 manutenção e apoio logístico, 2 coordenadores, 4 limpeza, 5 cozinha, 2 porteiros, 3 no bar, 96 horas de utilização do pavilhão e 2 carrinhas. Divulgação do evento: Facebook e Website.

> Refeições durante o torneio; Jantares 949, Almoços 697 num total de 1646 refeições.


> Uma enorme equipa que garantiu a transmissão ininterrupta do maior evento de hóquei Juvenil realizado em Portugal.


> Um carro de exteriores que permitiu na hora a qualidade de uma transmissão em direto para todo o mundo.

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Segunda-feira, 2 de Abril de 2012

Video Motivacional APL para o jogo da FINAL


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Autor: David Vasques (APL)

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Cinco "Ideal" & Classsificação

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Comentário

Num jogo emotivo com "suspense" até ao fim. Lisboa foi mais feliz, teve mais sorte, quis e trabalhou muito para este momento. Nos momentos de alegria há tendência para esquecer as pessoas que contribuíram silenciosamente invisível que torna visível.

Luís Nascimento, um presidente de mangas arregaçadas, Manuel Pinto, na coordenação impecável do secretariado e uma presença constante, João Alves é na verdade um homem de coração enorme que ama e protege os seus "meninos", Rui Ramalho um operacional que tem tanto de valioso como silencioso, são a sombra positiva dos jogadores, Fernando Vieira um nº 2 fiel e dedicado, Carlos Armando o massagista "jurássico" que trata da saúde e dos músculos dos rapazes, e por fim Luís Moreira um treinador amigo, trabalhador, disciplinado e ambicioso, os jogadores por ele "morrem” em rinque. Todos mereceram e muito este "caneco" há muito perseguido, que vinha fugindo nos últimos anos.

Muito pouco há dizer mais do que já foi dito nos últimos dias.

Uma equipa fabulosa a jogar frente ao seu público, incentivada e motivada pelo sonho de matar o "borrego", estavam reunidos todos os ingredientes para um final feliz.

Alguém dizia por piada, ..."que andamos `há anos a morrer na praia". Este ano organizámos na "praia" para não morrermos.

Uma excelente organização, com uma equipa de trabalho muito dedicada e profissional, foi a cereja em cima do bolo para o sucesso desportivo e social que foi este Inter-Regiões 2012.

Vamos continuando a saborear esta vitória.

Nos próximos dias vamos continuar a dar notícias.

ESTÃO TODOS DE PARABÉNS

NUNO SOUSA

AP Lisboa 2 - 1 AP Porto

Uma final imprópria para cardíacos…
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Com uma moldura humana invejável, que nem em campeonatos da europa ou do mundo de seniores é visto, a partida iniciou-se com grandes cautelas de parte a parte, mas com mais pendor ofensivo de Lisboa, que o Porto espreitava com grande astúcia. Aos 4m48s Hugo Barata fazem o marcador funcionara e estava feito o 0-1 a favor dos portuenses aumentam os ritmos da partida com Lisboa à procura do empate.

Gonçalo Conceição por Lisboa era o mais inconformado e Afonso Ferro do Porto o mais atento. Numa primeira parte de nervos e de grande confronto entre as duas melhores equipas do Torneio, a equipa do Porto foi a mais serena e conseguiu com isso enervar a de Lisboa que não conseguia chegar ao empate, por alguma desatenção na finalização.

No recomeço Lisboa manteve o pé no acelerador e aos 5m Gonçalo Nunes faz um golo de raiva e empata (1-1) a partida e relança o jogo. Numa jogada do lado direito e bola metida de bandeja Diogo Neves faz o 2-1, invertendo a ansiedade e pondo o Porto nervoso face ao resultado.

Lisboa foi a equipa mais inteligente na segunda parte, veio da cabine com a lição bem estudada. Soube segurar a bola, soube esperar pelo adversário, e não há campeões sem sorte, marcou na melhor altura e soube inteligentemente segurar a vantagem.

Os lisboetas jogaram mais com o coração e os portuenses com a razão num permanente desafio e combate entre grandes gladiadores. Lisboa esteve muito ansiosa e lidou muito mal com a pressão na primeira parte. O facto de jogar em casa e ter a ”obrigatoriedade” de ganhar tirou algum discernimento nas maiores oportunidades de jogo que lhe pertenceu. O Porto vendeu cara a derrota, jogou até aos últimos segundos.

Parabéns às duas equipas foram dignas de uma final, e que bela final.

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O melhor da A.P. Lisboa: João Carlos, foi o “joker” de Tikinho, na meia-final e na final. Quando foi chamado cumpriu na íntegra.

O melhor da A.P. Porto: Afonso Ferro foi sem dúvida um gigante entre os postes, sempre muito atento, disponível e perfeito no “timing” de intervir, que bom guarda-redes.

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A equipa de arbitragem para árbitros de primeira ficou aquém de um sucesso muito por culpa do árbitro de Aveiro, já que António Santos julgava as faltas não pelas faltas mas pelas simulações, de resto passaram despercebidos e é isso que se quer. Nota 17.

Nuno SOUSA

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Destaque para o facto de Lisboa contar com dois atletas no "5 ideal" eleito pelos selecionadores de todas as associações presentes. Gonçalo Conceição e Gonçalo Nunes levaram para casa este troféu individual que é desejado por todos os atletas.
Parabéns Gonçalo(s)!!!

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Campeões, Campeões, ...
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Domingo, 1 de Abril de 2012

AP Lisboa - Campeões Inter Regiões | Estoril 2012

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Parabéns!!!
Luís Moreira

(Treinador da AP Lisboa)
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Saudação da vitória
do Torneio Inter Regiões - Estoril 2012
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Parabéns a toda a EQUIPA da AP Lisboa!!!
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Parabéns ao STAFF da Salesiana que nos recebeu ao melhor nível durante toda a semana, o nosso muito OBRIGADO.
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AP Lisboa 8 - 7 AP Minho (após g.p.)

Uma meia final que parecia final...
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Emoções ao rubro..
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Fonte: www.mundook.net)
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video
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Duas equipais a procurar um lugar na final, apesar da hora madrugadora o ritmo já é muito elevado para quem se levantou tão cedo, com ambas as equipas a lutar muito para inaugurar marcador.

Foi o Minho com um potente remate de Vitor Braga que fez o 0-1 ganhando alguma tranquilidade, fazendo com que Lisboa ficasse nervosa. Tikinho faz sair Pedro Jordão que dá lugar a Gonçalo Nunes e a equipa ganha mais poder ofensivo. Com um tiraço do meio da rua Ricardo Damásio faz o empate (1-1) e o jogo fica fogo.

Gonçalo Pinto de seguida põe Lisboa à frente do marcador (2-1) com um golo de grande inteligência e oportunidade enganando Bruno Guia. O Minho veio para a frente inconformado com a desvantagem no marcador.

O Minho entrou melhor e fez o primeiro, mas depois Lisboa recompôs-se e tomou a iniciativa do jogo e isso refletiu-se na marcha do marcador. O resultado ao intervalo ajusta-se, para uma segunda parte empolgante.

No recomeço ambos os treinadores mexeram nas equipas, o Minho foi mais afoito, e isso custou-lhe caro, uma bola ganha por Gonçalo Conceição a meio campo, e Lisboa faz o 3-1, o que enerva intranquiliza o banco e a equipa minhota.


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Depois deste golo o Minho fez o que lhe era obrigado e veio para o ataque, nem sempre com o discernimento necessário o que prejudicava a sua finalização. Lisboa por sua vez com alguma comodidade no marcador ia gerindo com calma, mas essa calma viria ser “fatal” porque Miguel Catarino consegue reduzir para 3-2, num lance de oportunidade, e o jogo tornou a viver a emoção com lances perigosos junto de ambas as balizas.

A 10ª falta a favor do Minho que Gonçalo Pereira marcou o 3-3 magistralmente deixando o guarda-redes lisboeta sem ação, mas no minuto seguinte Gonçalo Pinto faz o 4-3, inesperadamente o Minho faz a igualdade 4-4 através de Miguel Catarino, relançando o jogo, a emoção e a incerteza até final.

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Depois de uma falta dentro da área do Minho sobre Gonçalo Conceição ignorada pelo árbitro, o Minho no contra-ataque faz o 4-5, e 10s depois o próprio Gonçalo Conceição estabelece a igualdade em 5-5.

Um empate no final que se aceita face ao trabalho das duas equipas, que foram grandes e proporcionaram um grande espetáculo a todos os que se levantaram cedo e aos selecionadores presentes.

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Manda o regulamento que em caso de empate, haja prolongamento e golo d’ouro. No prolongamento, as oportunidades dividiram-se, mas a melhor oportunidade coube a Lisboa, uma bola à barra de Gonçalo Pinto e outra de Gonçalo Conceição.

15ª falta a favor do Minho, Tikinho faz entrar João Lopes para a baliza e Gonçalo Pereira falha, mantendo-se o empate.

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E vai tudo para as penalidades; Gonçalo Nunes 1-0;
Carlo Loureiro 1-0;
Gonçalo Pinto 2-1;
Miguel Catarino 2-2;
Ricardo Damásio (Falha);
Vitor Braga (Falha);
Gonçalo Conceição 3-2;
Afonso Lima (Falha) e
Diogo Neves 4-2.

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Que grande meia-final. Um jogo típico de meias-finais com todos os ingredientes, muita luta, muita emoção, muito hóquei, alterações no marcador e golos, a “panela” estava feita.






O melhor da A.P. Lisboa: Ricardo Damásio foi um mouro de trabalho e o mais inconformado de todos, foi grande.

O melhor da A.P. Minho: Miguel Catarino que tem sido ao longo deste Torneio um jogador apagado, revelou-se hoje com autêntico guerreiro, por isso merece hoje o destaque. Um conselho, um jogador desta qualidade não necessita de fazer “espetáculo” extra.

A equipa de arbitragem não estiveram no seu melhor, muito inconstantes e critérios diferentes. Os árbitros deveriam ser de outra zona do país, nem de Lisboa nem do Minho. Nota 16.

Nuno SOUSA

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FORÇA RAPAZIADA

NÓS ACREDITAMOS EM TODOS, ACREDITEM VOÇÊS TAMBÉM

TODOS JUNTOS SEREMOS MAIS FORTES QUE CADA UM POR SI

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Mensagem


Caros Amigos,

Chega então o GRANDE DIA e aí está o Planeamento para aquele que acredito eu, seja um dia marcante para todos e que iremos recordar no futuro.

Tem sido um privilégio privar com todos vocês e um enorme orgulho poder trabalhar com gente que tem o mesmo amor que eu pela modalidade.

Amanhã vamos dar tudo para que no final estejamos todos com o sentimento de dever cumprido e que o caneco fique de novo onde pertence.

Chegou o MOMENTO.

Aquele Abraço Fortíssimo deste vosso compincha de luta

João Matos Alves
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PLANEAMENTO
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Sábado, 31 de Março de 2012

Balanço da Fase de Grupos

É preciso acreditar até ao último segundo!!!
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FORÇA AP LISBOA!!!

Entrevistas Rápidas

> Pedro Nunes, selecionador nacional moçambicano

O hóquei juvenil em Portugal está bem, como se pode ver na qualidade de jogadores deste Torneio. É importante valorizar estes encontros, não só desportivamente como socialmente, no convívio na camaradagem entre todos os jogadores de várias seleções e de jovens de realidades socioeconómicas diferentes, o hóquei também serve para isto.
É apenas e só uma etapa na vida destes jovens jogadores, e é importante neste momento que não se deslumbrem com esta fase da vida desportiva da vida deles, e que continuem a trabalhar bem nos seus clubes se querem vingar na modalidade.
Há uns 10 anos a esta parte que venho acompanhando os Inter-Regiões por onde vi passar excelentes jogadores, que hoje nem hóquei jogam, eclipsaram-se por completo.
Isto é só uma passagem, está tudo ainda por fazer nas várias etapas de formação desportiva destes jovens. É no dia-a-dia e treino após treino nos seus clubes, com dedicação e trabalho que podem confirmar esta aposta.
Nuno SOUSA

AP Lisboa 18 - 0 AP Açores

Momento único e lindo no final...
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Colégio Salesianos (Estoril)
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Num jogo de cumprir campeonato, Lisboa entrou da única forma que o sabe fazer rápido e a pressionar, um adversário mais inexperiente mas a jogar o jogo pelo jogo, sem grandes cautelas defensivas e sem medo. Um jogo aberto Ricardo Damásio faz o 1-0, Pedro Jordão 2-0, Diogo Neves 3-0, Rafael Lourenço 4-0, Diogo Neves 5-0, em 7m simbolizavam a fragilidade da equipa açoriana, que aqui e ali chegava timidamente à baliza lisboeta mas inofensivamente.
Diogo Neves faz o 6-0 e vinca mais a diferença entre as equipas. Isto é a definição perfeita de “jogo de sentido único”, com Henrique Pereira a fazer o 7-0, 8-0 e o 9-0, face a uma total impotência adversário para estancar o fluxo atacante dos lisboetas.

Gonçalo Conceição no seu estilo ao entrar veio imprimir ainda ritmo, também fez o gostinho ao dedo, e depois de dar a marcar, e fez o 10-0, com que foram para intervalo.
No reinício Henrique Pereira faz o 11-0 e Diogo Neves o 12-0, depois do intervalo a equipa não desacelerou, mostrando que a melhor maneira de dignificar o adversário é tratá-lo de igual para igual com as outras equipas, até porque no final golos podem fazer a diferença.
13-0 por Gonçalo Nunes quebrou o jejum de alguns minutos sem marcar. Uma penalidade contra Lisboa não marcada por Ricardo Luz podia ter lhes ter dado o golo de honra. 14-0 por Pedro Jordão, um tiro do meio da rua não deu hipóteses ao guarda-redes adversário. Rafael Lourenço fez o 15-0 e 16-0, hat trick, e 17-0 por Gonçalo Nunes e 18-0 por Ricardo Damásio.
A 10ª falta dos lisboetas deu a segunda oportunidade aos açorianos para marcar, que Hugo Castro desperdiçou.
A equipa dos Açores com grande humildade dignificou a sua presença neste Torneio, mostrando às seleções ausentes Madeira e Algarve, que só competindo se pode evoluir. Lisboa foi igual a si mesma, trabalhou e marcou, sempre num bom ritmo.


Momento único vivido neste pavilhão, a saudação final dos jogadores, foi feita com as duas equipas abraçadas no meio do ringue, mostrando que o desporto é muito mais de que uma disputa de um lugar ao sol, é feito com amizade e solidariedade, que todos presentes neste pavilhão aplaudiram com grande entusiasmo.
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O melhor da A.P. Lisboa: Diogo Neves marcou 4 golos, jogou e fez jogar, é uma delícia vê-lo jogar descontraído.
O melhor da A.P. Açores: Rafael Falcão apesar de ter sofrido tantos golos acabou por conseguir evitar outros tantos.
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A equipa de arbitragem esteve bem, num jogo fácil de arbitrar, em que as equipas ajudaram a simplificar o trabalho da arbitragem. Temos dúvidas numa penalidade. Nota 19.
Nuno SOUSA
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Vamos aguardar pelos finalistas do Torneio...
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É preciso apoiar a EQUIPA até ao último segundo!!!
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Força APL!!!
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AP Lisboa 7 - 1 AP Setúbal

Não havia necessidade....


Setúbal entrou toda atrevida, disponível para fazer a vida negra a Lisboa e um golo prematuro de José Bernardo a fazer 1-0 criou mais dinâmica à partida, que tinha começado numa toada lenta, se tivermos como referências os jogos anteriores da seleção de Lisboa.

Setúbal encheu o peito e os lisboetas começaram a sentir dificuldades e de discernimento nas jogadas principalmente de ataque, porque o golo do empate tardava a chegar, passando por alguns mãos bocados graças à atitude setubalense, souberam aguentar o ímpeto do adversário de forma que o resultado não se avoluma-se. Por sua vez Setúbal esteve sempre muito bem e atenta, defendendo o resultado com alma, coração e garra.

O treinador da AP Lisboa, Luís Moreira, inteligentemente deixou a sua artilharia pesada no banco, porque trata-se de um Torneio e não uma jornada de apuramento, e mais desafios os esperam, porque o cansaço já se faz notar em alguns jogadores, há que saber poupar.

Chegou o intervalo e o resultado ajusta-se. Espera-se uma segunda parte diferente com Lisboa a querer dar a volta ao marcador e Setúbal a defender a vantagem preciosa.

Alguma ansiedade dos lisboetas era notória, mas Gonçalo Nunes tratou de acabar com ela, num golo de belo efeito, fazendo o empate há tanto procurado. Rafael Lourenço marca o 1-2 recebendo a bola do poste, e descansa os mais pessimistas.
A 5m do fim Luís Moreira, faz entrar Gonçalo Pinto e Gonçalo Conceição, a reserva anímica da seleção, para travar qualquer leviandade setubalense que pudesse pôr em questão a vitória na partida.



A 2m16 do fim um penalti sobre Gonçalo Conceição veio repor a diferença entre as duas seleções, magistralmente executado por Gonçalo Nunes que assim fazia o 1-3, mas ainda houve tempo para Gonçalo Conceição endiabrado fazer o 1-4 e o 1-5.
A acabar um livre direto não convertido a favor de Setúbal não convertida por José Bernardo, fechou um jogo digno dos melhores filmes de “suspense”.

Antes de ir para cabine novamente Gonçalo Conceição tem tempo ainda para fazer o 1-6 e Gonçalo Nunes o 1-7,colocando a cereja no topo do bolo.

Setúbal foi um adversário muito difícil, um osso duro de roer, face uma Lisboa calculista e astuta. Resultado certo.

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O melhor da A.P.Setúbal: Igor Afonso um punhado de defesas de grande valor, que fez Setúbal sonhar merece esta nomeação.

O melhor da A.P.Lisboa: Henrique Pereira foi de todos o mais inconformado e aquele que mais deu o corpo ás balas, trabalhou muito.
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A equipa de arbitragem, tirando alguma confusão no critério uniforme das faltas, esteve à altura da partida. Uma penalidade não assinalada sobre Diogo Neves na segunda parte, mancha e boa exibição. Nota 13.
Nuno SOUSA

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É preciso sonhar!!!
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Sexta-feira, 30 de Março de 2012

Entrevistas Rápidas

> Luís Duarte, seleccionador nacional de sub 20

Este Torneio é o evento mais importante ao nível nacional deste escalão, além das finais four e dos campeonatos. Aqui estão os melhores jogadores nacionais desta geração, por isso tiveram a preferência dos seus selecionadores.
Serve para sentirem o que é envergar pela primeira a camisola de uma seleção e de responsabilizá-los.
Há na verdade jogadores com muito valor, mas o trabalho é essencial para estes atletas se quiserem evoluir. Trabalharem muito e bem nos seus clubes, porque se torna prematuro falar na hipótese de um dia virem a ser selecionados para a seleção de sub-20.
Nuno Sousa

Foto de Pedro Alves - Mundook
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