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Foi o Minho com um potente remate de Vitor Braga que fez o 0-1 ganhando alguma tranquilidade, fazendo com que Lisboa ficasse nervosa. Tikinho faz sair Pedro Jordão que dá lugar a Gonçalo Nunes e a equipa ganha mais poder ofensivo. Com um tiraço do meio da rua Ricardo Damásio faz o empate (1-1) e o jogo fica fogo.
Gonçalo Pinto de seguida põe Lisboa à frente do marcador (2-1) com um golo de grande inteligência e oportunidade enganando Bruno Guia. O Minho veio para a frente inconformado com a desvantagem no marcador.
O Minho entrou melhor e fez o primeiro, mas depois Lisboa recompôs-se e tomou a iniciativa do jogo e isso refletiu-se na marcha do marcador. O resultado ao intervalo ajusta-se, para uma segunda parte empolgante.
No recomeço ambos os treinadores mexeram nas equipas, o Minho foi mais afoito, e isso custou-lhe caro, uma bola ganha por Gonçalo Conceição a meio campo, e Lisboa faz o 3-1, o que enerva intranquiliza o banco e a equipa minhota.
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Depois deste golo o Minho fez o que lhe era obrigado e veio para o ataque, nem sempre com o discernimento necessário o que prejudicava a sua finalização. Lisboa por sua vez com alguma comodidade no marcador ia gerindo com calma, mas essa calma viria ser “fatal” porque Miguel Catarino consegue reduzir para 3-2, num lance de oportunidade, e o jogo tornou a viver a emoção com lances perigosos junto de ambas as balizas.
A 10ª falta a favor do Minho que Gonçalo Pereira marcou o 3-3 magistralmente deixando o guarda-redes lisboeta sem ação, mas no minuto seguinte Gonçalo Pinto faz o 4-3, inesperadamente o Minho faz a igualdade 4-4 através de Miguel Catarino, relançando o jogo, a emoção e a incerteza até final.
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Depois de uma falta dentro da área do Minho sobre Gonçalo Conceição ignorada pelo árbitro, o Minho no contra-ataque faz o 4-5, e 10s depois o próprio Gonçalo Conceição estabelece a igualdade em 5-5.
Um empate no final que se aceita face ao trabalho das duas equipas, que foram grandes e proporcionaram um grande espetáculo a todos os que se levantaram cedo e aos selecionadores presentes.
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Manda o regulamento que em caso de empate, haja prolongamento e golo d’ouro. No prolongamento, as oportunidades dividiram-se, mas a melhor oportunidade coube a Lisboa, uma bola à barra de Gonçalo Pinto e outra de Gonçalo Conceição.
15ª falta a favor do Minho, Tikinho faz entrar João Lopes para a baliza e Gonçalo Pereira falha, mantendo-se o empate.
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E vai tudo para as penalidades; Gonçalo Nunes 1-0;
Carlo Loureiro 1-0;
Gonçalo Pinto 2-1;
Miguel Catarino 2-2;
Ricardo Damásio (Falha);
Vitor Braga (Falha);
Gonçalo Conceição 3-2;
Afonso Lima (Falha) e
Diogo Neves 4-2.
Que grande meia-final. Um jogo típico de meias-finais com todos os ingredientes, muita luta, muita emoção, muito hóquei, alterações no marcador e golos, a “panela” estava feita.
O melhor da A.P. Lisboa: Ricardo Damásio foi um mouro de trabalho e o mais inconformado de todos, foi grande.
O melhor da A.P. Minho: Miguel Catarino que tem sido ao longo deste Torneio um jogador apagado, revelou-se hoje com autêntico guerreiro, por isso merece hoje o destaque. Um conselho, um jogador desta qualidade não necessita de fazer “espetáculo” extra.
A equipa de arbitragem não estiveram no seu melhor, muito inconstantes e critérios diferentes. Os árbitros deveriam ser de outra zona do país, nem de Lisboa nem do Minho. Nota 16.Nuno SOUSA
FORÇA RAPAZIADA
NÓS ACREDITAMOS EM TODOS, ACREDITEM VOÇÊS TAMBÉM
TODOS JUNTOS SEREMOS MAIS FORTES QUE CADA UM POR SI
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Lisboa só se pode queixar de si própria, não transformando as oportunidades criadas, foi sempre a equipa que mais atacou e faz por isso, mas o Ribatejo teve sempre uma palavra a dizer, que fez questão de fazer “a vida negra” aos lisboetas. Uma segunda parte estonteante num belíssimo jogo de hóquei que estas duas equipas proporcionaram. Resultado final é um pouco enganador.
As equipas entraram estudando-se mutuamente, com ataques alternados, mas foi Aveiro que abriu o marcador com um potente remate do meio da rua de Jorge Almeida que faz o 1-0, e de seguida Lisboa falha uma penalidade por Diogo Neves, com o jogo a um ritmo alucinante de ataques e contra-ataques, e os lisboetas inconformados à procura do empate, o que chegou a 7m24 do fim da primeira parte por Ricardo Damásio, fazendo o empate merecido de 1-1.
Dois minutos depois numa avançada venenosa de Gonçalo Conceição, Gonçalo Pinto faz o 1-2, colocando a equipa de Lisboa à frente do marcador, resultado de uma maior agressividade e inconformismo dos lisboetas que começaram a perder logo cedo.
Os aveirenses ainda mal repostos da alteração no marcador, numa jogada rápida de Henrique Pereira pelo lado esquerdo, servindo Gonçalo Nunes que concretiza magistralmente fazendo o 1-3 e o jogo ganha novamente uma velocidade diabólica.
No recomeço Lisboa entrou muito forte e depois de várias tentativas para marcar, numa excelente jogada de Gonçalo Nunes que serviu principescamente Gonçalo Conceição que não perdoou e fez o 1-4, duas jogadas seguintes Lisboa faz 0 1-5, através de Gonçalo Pinto, servido novamente por Gonçalo Conceição.
Lisboa faz a 10 falta e Aveiro não perdoa e reduz para 2-5, dando algum ânimo ao jogo, mas foi sempre Lisboa a criar mais e maior perigo que viria a dar uma margem mais confortável e merecida no marcador com um golo lindo de Gonçalo Nunes que fecha o marcador em 2-6.
Os aveirenses em dia não, falham uma penalidade por Sérgio Soares e a oportunidade de encurtar o marcador, seguindo-se cartão azul para Sérgio Soares em noite não, que Henrique Pereira não aproveitou o livre.
Uma vitória mais que justa da equipa de Tikinho, que soube preparar muito bem este jogo, motivando os jogadores, e isso sentia-se nas suas palavras antes da partida.
A equipa de Aveiro, que fez uma primeira parte relativamente aceitável, não teve argumentos para parar a armada de “Corvos”.
O melhor da A.P.Aveiro: Jorge Almeida foi quem mais trabalhou e mais inconformado se destacou de uma equipa em noite desastrada.
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O melhor da A.P. Lisboa: Gonçalo Conceição foi um verdadeiro quebra cabeças para os aveirenses, trabalha qe se farta e serve de “bandeja” os seus colegas, esteve absolutamente imparável. Gonçalo Nunes e Gonçalo Pinto mereceram destaque.
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A arbitragem esteve atenta à matreirice dos aveirenses, o cartão azul é bem mostrado, nota 19, porque por vezes deixou-se ir na fita de alguns jogadores.
Nuno SOUSA