Hoquei Lisboa: vitória

Este blog não oficial pretende simplesmente acompanhar e apoiar a Selecção de Iniciados da Associação de Patinagem de Lisboa, na 36ª Edição do Inter-Regiões 2012, no Estoril. Os textos nele inserido traduzem a opinião de quem o escreve e não o vincula a nada nem a ninguém. Os espaços para comentários, terão de passar antecipadamente pelo gestor. Aceitam-se sugestões e apoios a fim de tornar este blog, um veículo de informação a todos os que não possam estar e queiram acompanhar mais directamente este evento.


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segunda-feira, 2 de abril de 2012

AP Lisboa 2 - 1 AP Porto

Uma final imprópria para cardíacos…
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Com uma moldura humana invejável, que nem em campeonatos da europa ou do mundo de seniores é visto, a partida iniciou-se com grandes cautelas de parte a parte, mas com mais pendor ofensivo de Lisboa, que o Porto espreitava com grande astúcia. Aos 4m48s Hugo Barata fazem o marcador funcionara e estava feito o 0-1 a favor dos portuenses aumentam os ritmos da partida com Lisboa à procura do empate.
Gonçalo Conceição por Lisboa era o mais inconformado e Afonso Ferro do Porto o mais atento. Numa primeira parte de nervos e de grande confronto entre as duas melhores equipas do Torneio, a equipa do Porto foi a mais serena e conseguiu com isso enervar a de Lisboa que não conseguia chegar ao empate, por alguma desatenção na finalização.
No recomeço Lisboa manteve o pé no acelerador e aos 5m Gonçalo Nunes faz um golo de raiva e empata (1-1) a partida e relança o jogo. Numa jogada do lado direito e bola metida de bandeja Diogo Neves faz o 2-1, invertendo a ansiedade e pondo o Porto nervoso face ao resultado.
Lisboa foi a equipa mais inteligente na segunda parte, veio da cabine com a lição bem estudada. Soube segurar a bola, soube esperar pelo adversário, e não há campeões sem sorte, marcou na melhor altura e soube inteligentemente segurar a vantagem.
Os lisboetas jogaram mais com o coração e os portuenses com a razão num permanente desafio e combate entre grandes gladiadores. Lisboa esteve muito ansiosa e lidou muito mal com a pressão na primeira parte. O facto de jogar em casa e ter a ”obrigatoriedade” de ganhar tirou algum discernimento nas maiores oportunidades de jogo que lhe pertenceu. O Porto vendeu cara a derrota, jogou até aos últimos segundos.
Parabéns às duas equipas foram dignas de uma final, e que bela final.
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O melhor da A.P. Lisboa: João Carlos, foi o “joker” de Tikinho, na meia-final e na final. Quando foi chamado cumpriu na íntegra.
O melhor da A.P. Porto: Afonso Ferro foi sem dúvida um gigante entre os postes, sempre muito atento, disponível e perfeito no “timing” de intervir, que bom guarda-redes.
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A equipa de arbitragem para árbitros de primeira ficou aquém de um sucesso muito por culpa do árbitro de Aveiro, já que António Santos julgava as faltas não pelas faltas mas pelas simulações, de resto passaram despercebidos e é isso que se quer. Nota 17.
Nuno SOUSA
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Destaque para o facto de Lisboa contar com dois atletas no "5 ideal" eleito pelos selecionadores de todas as associações presentes. Gonçalo Conceição e Gonçalo Nunes levaram para casa este troféu individual que é desejado por todos os atletas.
Parabéns Gonçalo(s)!!!


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Campeões, Campeões, ...

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domingo, 1 de abril de 2012

AP Lisboa 8 - 7 AP Minho (após g.p.)

Uma meia final que parecia final...
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Emoções ao rubro..
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Fonte: www.mundook.net)
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Duas equipais a procurar um lugar na final, apesar da hora madrugadora o ritmo já é muito elevado para quem se levantou tão cedo, com ambas as equipas a lutar muito para inaugurar marcador.

Foi o Minho com um potente remate de Vitor Braga que fez o 0-1 ganhando alguma tranquilidade, fazendo com que Lisboa ficasse nervosa. Tikinho faz sair Pedro Jordão que dá lugar a Gonçalo Nunes e a equipa ganha mais poder ofensivo. Com um tiraço do meio da rua Ricardo Damásio faz o empate (1-1) e o jogo fica fogo.

Gonçalo Pinto de seguida põe Lisboa à frente do marcador (2-1) com um golo de grande inteligência e oportunidade enganando Bruno Guia. O Minho veio para a frente inconformado com a desvantagem no marcador.

O Minho entrou melhor e fez o primeiro, mas depois Lisboa recompôs-se e tomou a iniciativa do jogo e isso refletiu-se na marcha do marcador. O resultado ao intervalo ajusta-se, para uma segunda parte empolgante.

No recomeço ambos os treinadores mexeram nas equipas, o Minho foi mais afoito, e isso custou-lhe caro, uma bola ganha por Gonçalo Conceição a meio campo, e Lisboa faz o 3-1, o que enerva intranquiliza o banco e a equipa minhota.


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Depois deste golo o Minho fez o que lhe era obrigado e veio para o ataque, nem sempre com o discernimento necessário o que prejudicava a sua finalização. Lisboa por sua vez com alguma comodidade no marcador ia gerindo com calma, mas essa calma viria ser “fatal” porque Miguel Catarino consegue reduzir para 3-2, num lance de oportunidade, e o jogo tornou a viver a emoção com lances perigosos junto de ambas as balizas.

A 10ª falta a favor do Minho que Gonçalo Pereira marcou o 3-3 magistralmente deixando o guarda-redes lisboeta sem ação, mas no minuto seguinte Gonçalo Pinto faz o 4-3, inesperadamente o Minho faz a igualdade 4-4 através de Miguel Catarino, relançando o jogo, a emoção e a incerteza até final.

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Depois de uma falta dentro da área do Minho sobre Gonçalo Conceição ignorada pelo árbitro, o Minho no contra-ataque faz o 4-5, e 10s depois o próprio Gonçalo Conceição estabelece a igualdade em 5-5.

Um empate no final que se aceita face ao trabalho das duas equipas, que foram grandes e proporcionaram um grande espetáculo a todos os que se levantaram cedo e aos selecionadores presentes.

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Manda o regulamento que em caso de empate, haja prolongamento e golo d’ouro. No prolongamento, as oportunidades dividiram-se, mas a melhor oportunidade coube a Lisboa, uma bola à barra de Gonçalo Pinto e outra de Gonçalo Conceição.

15ª falta a favor do Minho, Tikinho faz entrar João Lopes para a baliza e Gonçalo Pereira falha, mantendo-se o empate.

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E vai tudo para as penalidades; Gonçalo Nunes 1-0;
Carlo Loureiro 1-0;
Gonçalo Pinto 2-1;
Miguel Catarino 2-2;
Ricardo Damásio (Falha);
Vitor Braga (Falha);
Gonçalo Conceição 3-2;
Afonso Lima (Falha) e
Diogo Neves 4-2.

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Que grande meia-final. Um jogo típico de meias-finais com todos os ingredientes, muita luta, muita emoção, muito hóquei, alterações no marcador e golos, a “panela” estava feita.






O melhor da A.P. Lisboa: Ricardo Damásio foi um mouro de trabalho e o mais inconformado de todos, foi grande.

O melhor da A.P. Minho: Miguel Catarino que tem sido ao longo deste Torneio um jogador apagado, revelou-se hoje com autêntico guerreiro, por isso merece hoje o destaque. Um conselho, um jogador desta qualidade não necessita de fazer “espetáculo” extra.

A equipa de arbitragem não estiveram no seu melhor, muito inconstantes e critérios diferentes. Os árbitros deveriam ser de outra zona do país, nem de Lisboa nem do Minho. Nota 16.

Nuno SOUSA

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FORÇA RAPAZIADA

NÓS ACREDITAMOS EM TODOS, ACREDITEM VOÇÊS TAMBÉM

TODOS JUNTOS SEREMOS MAIS FORTES QUE CADA UM POR SI

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sábado, 31 de março de 2012

AP Lisboa 18 - 0 AP Açores

Momento único e lindo no final...
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Colégio Salesianos (Estoril)
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Num jogo de cumprir campeonato, Lisboa entrou da única forma que o sabe fazer rápido e a pressionar, um adversário mais inexperiente mas a jogar o jogo pelo jogo, sem grandes cautelas defensivas e sem medo. Um jogo aberto Ricardo Damásio faz o 1-0, Pedro Jordão 2-0, Diogo Neves 3-0, Rafael Lourenço 4-0, Diogo Neves 5-0, em 7m simbolizavam a fragilidade da equipa açoriana, que aqui e ali chegava timidamente à baliza lisboeta mas inofensivamente.
Diogo Neves faz o 6-0 e vinca mais a diferença entre as equipas. Isto é a definição perfeita de “jogo de sentido único”, com Henrique Pereira a fazer o 7-0, 8-0 e o 9-0, face a uma total impotência adversário para estancar o fluxo atacante dos lisboetas.

Gonçalo Conceição no seu estilo ao entrar veio imprimir ainda ritmo, também fez o gostinho ao dedo, e depois de dar a marcar, e fez o 10-0, com que foram para intervalo.
No reinício Henrique Pereira faz o 11-0 e Diogo Neves o 12-0, depois do intervalo a equipa não desacelerou, mostrando que a melhor maneira de dignificar o adversário é tratá-lo de igual para igual com as outras equipas, até porque no final golos podem fazer a diferença.
13-0 por Gonçalo Nunes quebrou o jejum de alguns minutos sem marcar. Uma penalidade contra Lisboa não marcada por Ricardo Luz podia ter lhes ter dado o golo de honra. 14-0 por Pedro Jordão, um tiro do meio da rua não deu hipóteses ao guarda-redes adversário. Rafael Lourenço fez o 15-0 e 16-0, hat trick, e 17-0 por Gonçalo Nunes e 18-0 por Ricardo Damásio.
A 10ª falta dos lisboetas deu a segunda oportunidade aos açorianos para marcar, que Hugo Castro desperdiçou.
A equipa dos Açores com grande humildade dignificou a sua presença neste Torneio, mostrando às seleções ausentes Madeira e Algarve, que só competindo se pode evoluir. Lisboa foi igual a si mesma, trabalhou e marcou, sempre num bom ritmo.


Momento único vivido neste pavilhão, a saudação final dos jogadores, foi feita com as duas equipas abraçadas no meio do ringue, mostrando que o desporto é muito mais de que uma disputa de um lugar ao sol, é feito com amizade e solidariedade, que todos presentes neste pavilhão aplaudiram com grande entusiasmo.
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O melhor da A.P. Lisboa: Diogo Neves marcou 4 golos, jogou e fez jogar, é uma delícia vê-lo jogar descontraído.
O melhor da A.P. Açores: Rafael Falcão apesar de ter sofrido tantos golos acabou por conseguir evitar outros tantos.
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A equipa de arbitragem esteve bem, num jogo fácil de arbitrar, em que as equipas ajudaram a simplificar o trabalho da arbitragem. Temos dúvidas numa penalidade. Nota 19.
Nuno SOUSA
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Vamos aguardar pelos finalistas do Torneio...
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É preciso apoiar a EQUIPA até ao último segundo!!!
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Força APL!!!
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AP Lisboa 7 - 1 AP Setúbal

Não havia necessidade....


Setúbal entrou toda atrevida, disponível para fazer a vida negra a Lisboa e um golo prematuro de José Bernardo a fazer 1-0 criou mais dinâmica à partida, que tinha começado numa toada lenta, se tivermos como referências os jogos anteriores da seleção de Lisboa.

Setúbal encheu o peito e os lisboetas começaram a sentir dificuldades e de discernimento nas jogadas principalmente de ataque, porque o golo do empate tardava a chegar, passando por alguns mãos bocados graças à atitude setubalense, souberam aguentar o ímpeto do adversário de forma que o resultado não se avoluma-se. Por sua vez Setúbal esteve sempre muito bem e atenta, defendendo o resultado com alma, coração e garra.

O treinador da AP Lisboa, Luís Moreira, inteligentemente deixou a sua artilharia pesada no banco, porque trata-se de um Torneio e não uma jornada de apuramento, e mais desafios os esperam, porque o cansaço já se faz notar em alguns jogadores, há que saber poupar.

Chegou o intervalo e o resultado ajusta-se. Espera-se uma segunda parte diferente com Lisboa a querer dar a volta ao marcador e Setúbal a defender a vantagem preciosa.

Alguma ansiedade dos lisboetas era notória, mas Gonçalo Nunes tratou de acabar com ela, num golo de belo efeito, fazendo o empate há tanto procurado. Rafael Lourenço marca o 1-2 recebendo a bola do poste, e descansa os mais pessimistas.
A 5m do fim Luís Moreira, faz entrar Gonçalo Pinto e Gonçalo Conceição, a reserva anímica da seleção, para travar qualquer leviandade setubalense que pudesse pôr em questão a vitória na partida.



A 2m16 do fim um penalti sobre Gonçalo Conceição veio repor a diferença entre as duas seleções, magistralmente executado por Gonçalo Nunes que assim fazia o 1-3, mas ainda houve tempo para Gonçalo Conceição endiabrado fazer o 1-4 e o 1-5.
A acabar um livre direto não convertido a favor de Setúbal não convertida por José Bernardo, fechou um jogo digno dos melhores filmes de “suspense”.

Antes de ir para cabine novamente Gonçalo Conceição tem tempo ainda para fazer o 1-6 e Gonçalo Nunes o 1-7,colocando a cereja no topo do bolo.

Setúbal foi um adversário muito difícil, um osso duro de roer, face uma Lisboa calculista e astuta. Resultado certo.

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O melhor da A.P.Setúbal: Igor Afonso um punhado de defesas de grande valor, que fez Setúbal sonhar merece esta nomeação.

O melhor da A.P.Lisboa: Henrique Pereira foi de todos o mais inconformado e aquele que mais deu o corpo ás balas, trabalhou muito.
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A equipa de arbitragem, tirando alguma confusão no critério uniforme das faltas, esteve à altura da partida. Uma penalidade não assinalada sobre Diogo Neves na segunda parte, mancha e boa exibição. Nota 13.
Nuno SOUSA


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É preciso sonhar!!!
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sexta-feira, 30 de março de 2012

AP Lisboa 6 - 2 AP Ribatejo

Ritmo diabólico...
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A partida começou num ritmo vertiginoso onde a equipa de Lisboa disposta a resolver cedo a partida, assim desperdiçou por duas vezes uma grande penalidade, que foi repetida por o guarda-redes Cláudio Pimpão não estar devidamente colocado, mas no minuto seguinte Gonçalo Conceição faz o 1-0 numa jogada individual. Apesar de uma grande pressão ofensiva dos lisboetas, o Ribatejo não se deixou amedrontar e gradualmente foi-se chegando à baliza de Lisboa, que se mostrava perdulária em frente à baliza adversária.

Lisboa dominava mas não conseguiu fazer evoluir o marcador e o tempo ia passando e Diogo Neves tira um coelho da cartola, com um excelente golo de oportunidade e quebra assim a barreira do um golo, e faz o 2-0. O jogo prosseguiu numa toada rápida muito por causa de Lisboa que insistia em não tirar o pé do acelerador, mas em frente ao guarda-redes ribatejano perdoava. Um resultado magro ao intervalo, mas muito por culpa própria dos lisboetas que não conseguiam marcar.

As equipas vieram do intervalo ainda com mais gás, mas isso não se traduzia nem em golos nem em qualidade, mas sim em velocidade e muitas “piscinas”, diminuindo as prestações das duas equipas que produziam um jogo muito rápido, mas como o ditado diz, “muita uva e pouca parra”, mas o Ribatejo que reduziu para 2-1 num golo de bonita execução de Gonçalo Domingues, que não deu hipóteses ao guarda-redes João Lopes. Viriato Reis faz o 2-2 num golo do meio da rua onde o guarda-redes lisboeta é mal batido, mas que premeia algum inconformismo da equipa ribatejana, feliz na concretização ao contrário dos lisboetas.

O jogo passou a ter uma toada de equilíbrio até Ricardo Damásio fazer o 3-2, numa bola subtilmente colocada ao segundo poste. Novamente uma fase de grande equilíbrio com ataques sucessivos de parte a parte, mas golos nada.

A 10ª falta e livre direto a favor de Lisboa que Gonçalo Nunes não transformou por pura infelicidade, mas a equipa negro nunca desistiu ou desacelerou, sendo sempre a mais perigosa e a mais ofensiva, mas mais que isso não conseguiu.

Gonçalo Nunes a 30s do fim veio dar mais verdade ao marcador fazendo o 4-2, penalizando assim justamente a equipa do Ribatejo, que não foi para a cabine sem sofrer mais dois golos de Gonçalo Conceição, o 5-2 uma “picadinha” de grande penalidade e o 6-2, numa jogada muito rápida do lado direito que ele tão bem sabe concretizar.

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Lisboa só se pode queixar de si própria, não transformando as oportunidades criadas, foi sempre a equipa que mais atacou e faz por isso, mas o Ribatejo teve sempre uma palavra a dizer, que fez questão de fazer “a vida negra” aos lisboetas. Uma segunda parte estonteante num belíssimo jogo de hóquei que estas duas equipas proporcionaram. Resultado final é um pouco enganador.

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O melhor da A.P.Lisboa: Pedro Jordão por ter sido o mais cerebral dos colegas, não teve em correrias desnecessárias, e transmitiu maior serenidade.


O melhor da A.P.Ribatejo: Gonçalo Domingues, foi o mais inconformado de todos e aquele que mais perigo fazia chegar à baliza lisboetaA equipa de arbitragem não teve o mesmo critério nas faltas para os dois lados, sendo os ribatejanos prejudicados. Em termos gerais estiveram bem, não havendo casos, nem se dá pelos árbitros.
Nuno Sousa


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Acreditar até ao último segundo!!!


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AP Aveiro 2 - 6 AP Lisboa

Trilogia de Gonçalos...
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As equipas entraram estudando-se mutuamente, com ataques alternados, mas foi Aveiro que abriu o marcador com um potente remate do meio da rua de Jorge Almeida que faz o 1-0, e de seguida Lisboa falha uma penalidade por Diogo Neves, com o jogo a um ritmo alucinante de ataques e contra-ataques, e os lisboetas inconformados à procura do empate, o que chegou a 7m24 do fim da primeira parte por Ricardo Damásio, fazendo o empate merecido de 1-1.


Dois minutos depois numa avançada venenosa de Gonçalo Conceição, Gonçalo Pinto faz o 1-2, colocando a equipa de Lisboa à frente do marcador, resultado de uma maior agressividade e inconformismo dos lisboetas que começaram a perder logo cedo.

Os aveirenses ainda mal repostos da alteração no marcador, numa jogada rápida de Henrique Pereira pelo lado esquerdo, servindo Gonçalo Nunes que concretiza magistralmente fazendo o 1-3 e o jogo ganha novamente uma velocidade diabólica.

No recomeço Lisboa entrou muito forte e depois de várias tentativas para marcar, numa excelente jogada de Gonçalo Nunes que serviu principescamente Gonçalo Conceição que não perdoou e fez o 1-4, duas jogadas seguintes Lisboa faz 0 1-5, através de Gonçalo Pinto, servido novamente por Gonçalo Conceição.

Lisboa faz a 10 falta e Aveiro não perdoa e reduz para 2-5, dando algum ânimo ao jogo, mas foi sempre Lisboa a criar mais e maior perigo que viria a dar uma margem mais confortável e merecida no marcador com um golo lindo de Gonçalo Nunes que fecha o marcador em 2-6.

Os aveirenses em dia não, falham uma penalidade por Sérgio Soares e a oportunidade de encurtar o marcador, seguindo-se cartão azul para Sérgio Soares em noite não, que Henrique Pereira não aproveitou o livre.

Uma vitória mais que justa da equipa de Tikinho, que soube preparar muito bem este jogo, motivando os jogadores, e isso sentia-se nas suas palavras antes da partida.

A equipa de Aveiro, que fez uma primeira parte relativamente aceitável, não teve argumentos para parar a armada de “Corvos”.

O melhor da A.P.Aveiro: Jorge Almeida foi quem mais trabalhou e mais inconformado se destacou de uma equipa em noite desastrada.

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O melhor da A.P. Lisboa: Gonçalo Conceição foi um verdadeiro quebra cabeças para os aveirenses, trabalha qe se farta e serve de “bandeja” os seus colegas, esteve absolutamente imparável. Gonçalo Nunes e Gonçalo Pinto mereceram destaque.

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A arbitragem esteve atenta à matreirice dos aveirenses, o cartão azul é bem mostrado, nota 19, porque por vezes deixou-se ir na fita de alguns jogadores.

Nuno SOUSA