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Num jogo de cumprir campeonato, Lisboa entrou da única forma que o sabe fazer rápido e a pressionar, um adversário mais inexperiente mas a jogar o jogo pelo jogo, sem grandes cautelas defensivas e sem medo. Um jogo aberto Ricardo Damásio faz o 1-0, Pedro Jordão 2-0, Diogo Neves 3-0, Rafael Lourenço 4-0, Diogo Neves 5-0, em 7m simbolizavam a fragilidade da equipa açoriana, que aqui e ali chegava timidamente à baliza lisboeta mas inofensivamente.
Diogo Neves faz o 6-0 e vinca mais a diferença entre as equipas. Isto é a definição perfeita de “jogo de sentido único”, com Henrique Pereira a fazer o 7-0, 8-0 e o 9-0, face a uma total impotência adversário para estancar o fluxo atacante dos lisboetas.
Gonçalo Conceição no seu estilo ao entrar veio imprimir ainda ritmo, também fez o gostinho ao dedo, e depois de dar a marcar, e fez o 10-0, com que foram para intervalo.
No reinício Henrique Pereira faz o 11-0 e Diogo Neves o 12-0, depois do intervalo a equipa não desacelerou, mostrando que a melhor maneira de dignificar o adversário é tratá-lo de igual para igual com as outras equipas, até porque no final golos podem fazer a diferença.
13-0 por Gonçalo Nunes quebrou o jejum de alguns minutos sem marcar. Uma penalidade contra Lisboa não marcada por Ricardo Luz podia ter lhes ter dado o golo de honra. 14-0 por Pedro Jordão, um tiro do meio da rua não deu hipóteses ao guarda-redes adversário. Rafael Lourenço fez o 15-0 e 16-0, hat trick, e 17-0 por Gonçalo Nunes e 18-0 por Ricardo Damásio.
A 10ª falta dos lisboetas deu a segunda oportunidade aos açorianos para marcar, que Hugo Castro desperdiçou.
A equipa dos Açores com grande humildade dignificou a sua presença neste Torneio, mostrando às seleções ausentes Madeira e Algarve, que só competindo se pode evoluir. Lisboa foi igual a si mesma, trabalhou e marcou, sempre num bom ritmo.

Momento único vivido neste pavilhão, a saudação final dos jogadores, foi feita com as duas equipas abraçadas no meio do ringue, mostrando que o desporto é muito mais de que uma disputa de um lugar ao sol, é feito com amizade e solidariedade, que todos presentes neste pavilhão aplaudiram com grande entusiasmo.
Diogo Neves faz o 6-0 e vinca mais a diferença entre as equipas. Isto é a definição perfeita de “jogo de sentido único”, com Henrique Pereira a fazer o 7-0, 8-0 e o 9-0, face a uma total impotência adversário para estancar o fluxo atacante dos lisboetas.
Gonçalo Conceição no seu estilo ao entrar veio imprimir ainda ritmo, também fez o gostinho ao dedo, e depois de dar a marcar, e fez o 10-0, com que foram para intervalo.
No reinício Henrique Pereira faz o 11-0 e Diogo Neves o 12-0, depois do intervalo a equipa não desacelerou, mostrando que a melhor maneira de dignificar o adversário é tratá-lo de igual para igual com as outras equipas, até porque no final golos podem fazer a diferença.
13-0 por Gonçalo Nunes quebrou o jejum de alguns minutos sem marcar. Uma penalidade contra Lisboa não marcada por Ricardo Luz podia ter lhes ter dado o golo de honra. 14-0 por Pedro Jordão, um tiro do meio da rua não deu hipóteses ao guarda-redes adversário. Rafael Lourenço fez o 15-0 e 16-0, hat trick, e 17-0 por Gonçalo Nunes e 18-0 por Ricardo Damásio.
A 10ª falta dos lisboetas deu a segunda oportunidade aos açorianos para marcar, que Hugo Castro desperdiçou.
A equipa dos Açores com grande humildade dignificou a sua presença neste Torneio, mostrando às seleções ausentes Madeira e Algarve, que só competindo se pode evoluir. Lisboa foi igual a si mesma, trabalhou e marcou, sempre num bom ritmo.
Momento único vivido neste pavilhão, a saudação final dos jogadores, foi feita com as duas equipas abraçadas no meio do ringue, mostrando que o desporto é muito mais de que uma disputa de um lugar ao sol, é feito com amizade e solidariedade, que todos presentes neste pavilhão aplaudiram com grande entusiasmo.
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O melhor da A.P. Lisboa: Diogo Neves marcou 4 golos, jogou e fez jogar, é uma delícia vê-lo jogar descontraído.
O melhor da A.P. Açores: Rafael Falcão apesar de ter sofrido tantos golos acabou por conseguir evitar outros tantos.
O melhor da A.P. Açores: Rafael Falcão apesar de ter sofrido tantos golos acabou por conseguir evitar outros tantos.
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